Sou o tipo de pessoa que acredita que podemos contar histórias de vida através de canções. Elas me fazem recordar vários momentos, pessoas, lugares, enfim... estão aí para enriquecer a vida com lembranças. As músicas conseguem transformar estado de espírito e humor como num passe de mágica. Elas me acompanham onde quer que eu vá. Com a moda da globalização as pessoas já aprenderam que falar e cantar no idioma de Shakespeare pode fazer com que algumas portas se abram mais facilmente. Nesse cenário é fácil afirmar que a globalização é um fator totalmente determinante para a diversidade musical que estamos vivenciando e, é também responsável por dar o tom da música contemporânea. Muitas músicas somente fazem sucesso por encontrar suporte na mídia e no mundo globalizado. Suas letras... melhor nem comentar. O maior símbolo da globalização musical, o rock, primeiro estilo musical globalizado, uniu a população jovem mundial que canta ou “pensa” que canta em inglês. Foi o início de “transformação da música popular em fast-food americano.” O rock além de promover essa união, também serve como forma de legitimar a interferência basicamente americana na cultura mundial. Em comparação à música nacional, a estrangeira acumula um número maior de seguidores e isso pode ser considerado como uma desvalorização do conteúdo musical uma vez que a maioria não entende nada de inglês e canta as letras num “embromation”, privilegiando basicamente o ritmo e a melodia. Podemos dizer, que nesse caso, há uma quebra do paradigma da comunicação em seu conceito básico: EMISSOR (codificador)MENSAGEM (conteúdo) RECEPTOR (decodificador). Se o receptor não for capaz de decodificar a mensagem ele não consegue identificar sentimentos e conteúdo. Sem atribuir significados aos símbolos, a música torna-se apenas uma porção de notas musicais tocadas consecutivamente como músicas meramente instrumentais. Como explicar que ainda assim ela seja assimilada e incorporada à cultura do receptor?
O brasileiro, por sua natureza espontânea canta música de qualquer lugar do mundo. Não importa se é inglês, alemão, francês, japonês... muitos não conseguem ao menos diferencia-los. É comum presenciar brasileiros, que não dominam nem seu próprio idioma, cantando música estrangeira, principalmente em inglês “macarrônico”, em alto e bom tom para quem quiser ouvir e “atire a primeira pedra” aquele que nunca fez isso. Alguns restringem-se apenas aos ônibus lotados, mas outros, como Solange “Sol” do “BBB4”, fizeram fama por usar seu vocabulário único em rede nacional. Ao interpretar, ao seu modo, o famoso hit dos anos 80 "We Are The World", ela não só assassinou o inglês como também criou o também famoso, "Iarnuou".
Mas engana-se quem pensa que esse tipo de “mico” é cometido somente pela nação brasileira. É só dar um passeio rápido pela internet para acompanhar “cases” realmente hilários. Um bom exemplo é o vídeo de Valentina Hassan, uma versão “Sol” do "American Idol" búlgaro. Ela também, criou um novo hit, o “Ken Lee”, versão “macarrônica” da música de Mariah Carey, “Without You”. Uma das juradas perguntou que língua era aquela e a pobre respondeu em sua ingenuidade que era inglês. Então a jurada não se conteve: - Minha filha, se isso que você cantou é inglês eu sou capaz de falar até kriptoniano! E você? É da galera que escuta música ou que a consome?
Marketing digital são ações de comunicação que as empresas utilizam através da Internet, vídeos games e celulares, para vender seus produtos, conquistar e ter maior relacionamento com os seus clientes. As novas tendências de marketing estão mudando, pois existe um novo advento de comunicação que é a internet, são as ferramentas que chamamos de redes sociais, são os blogs e ações de interação com os internautas.
Como Se Inicia uma campanha de Marketing Digital
Começa pelo levantamento do público alvo da empresa, buscando sempre as necessidades do cliente, do que o emociona na internet
As Estratégias do Marketing Digital
Um dos grandes desafios do marketing digital está estreitamente relacionado às redes sociais, fica aqui uma dica: Uma marca que busca crescimento deve iniciar um planejamento de marketing. Por isso o marketing digital utiliza as ferramentas como o Google o site de busca mais acessado do mundo ,ele é a porta de entrada para a grande maioria das pessoas ,quando buscamos uma simples informação aparece um link para o internauta clicar e navegar uma ótima estratégia do marketing digital , muitas vezes acabamos adquirindo um produto ou serviço. Outra estratégia é posicionar os sites de empresas nas primeiras colocações no Google através dos links patrocinados, são as técnicas (Ad Words) e a outra é (Seo search engine optimization). A primeira é a técnica de criar anúncios pagos do Google, já à segunda é uma técnica para organizar o conteúdo e a estrutura do site. E por fim uma excelente ferramenta é o Boletim eletrônico quando bem Utilizada ,no período certo e com o conteúdo adequado ao cliente . Quando usamos, por exemplo: uma empresa de turismo e enviamos um conteúdo pesado diariamente possivelmente, o resultado não será ideal, pois o tipo de conteúdo pede uma mensagem mais leve e mais interessante, a empresa de turismo nem sempre consegue oferecer novidades todos os dias. Outra fonte interessante, e recente, nas empresas são as mensagens Sms (Short Message Ser vice). è o nome dado ao serviço de mensagens curtas ,de até 160 caracteres,para telefones celulares.È um canal de comunicação simples e extremamente ágil para as empresas que precisam encaminhar informações curtas para grupos de pessoas que não estão á frente do computador
O Grande potencial do Marketing digital
O marketing tem grande potencial de crescimento, sem pegar carona na expansão da internet e do seu número de usuários no País. A idéia é que as empresas invistam menos na compra de mídia tradicional, e mais no relacionamento com o consumidor por meio de ferramentas da web, como blogs, transformando o cliente-alvo em um agente de divulgação de produtos e marcas.
Trata-se de uma propaganda boca a boca, reforçada pela tecnologia as Marcas, Agências e empresas não são mais as únicas formas de falar de um produto, existem fóruns de comunicação em constituição na internet, que discutem marcas, produtos e informam outras pessoas. Em Pesquisas da Agência Zenith Optimedia mostra o crescimento da Publicidade Online em 2009 em 9,5% diferente dos serviços tradicionais off-line em queda estimada de 10% se as tendências persistirem, no marketing digital Superará o tradicional em apenas dois anos. O mundo já se rendeu a Internet. Nos dias atuais é difícil pensarmos em uma vida sem a rede Mundial de computadores ,que facilita ,ajuda de diverte nossa rotina seja no trabalho, ou seja, no nosso estudo. Os investimentos na web só cresceram em diversos segmentos passaram quase integralmente para o online marketing digital. As empresas passaram a apostar na internet para divulgar suas marcas. Segundo a pesquisa as divulgações do marketing digital tem dado maior retorno principalmente pela agilidade que a rede oferece. Concluindo o marketing digital veio para facilitar a vida de quem navega na internet, não precisamos mais buscar um produto ou serviço, ele mesmo se encarrega de nos ajudar com todos os benefícios que essa ferramenta possui.
Baixei no youtube um video que vai mostrar agora como essa ferramenta é indispensável nos dias de hoje.
Criado no ano de 2003 o Myspace hoje é a maior rede social no EUA e a segunda maior do mundo ficando atrás apenas do Facebook.
O que para os músicos antes era uma dificuldade, hoje em dia é uma das coisas mais comuns vistas na internet.A divulgação de músicas através do Myspace. O Myspace hoje se tornou a maior ferramenta de divulgação de músicos de todo o mundo, foi a maneira mais simples e acessível encontrada pelos artistas de mostrarem seus trabalhos aos fãs.
Com a habilidade de hospedar músicas em MP3 o Myspace se tornou um instrumento fundamental nas mãos dos músicos hoje em dia, praticamente nenhum deles dispensa o uso da rede social.
O Myspace surgiu para atender uma necessidade dos músicos que não possuíam uma gravadora e assim não conseguiam divulgar os seus trabalhos. Para aqueles que gostam de música e conhecer novas bandas o Myspace torna-se algo narcotizante na vida das pessoas, porque ele concilia a interação das pessoas e também permite que você possa escutar o trabalho daquele músico, isso serve também para deixar o fã cada vez mais próximo do seu ídolo. Essa rede social ganhou um destaque tão grande que não vai demorar muito tempo para se tornar uma inteligência coletiva.
Mais como tudo na vida o Myspace também possui seus problemas, um dos mais apontados é a lentidão do site e que alguns perfis podem travar o navegador do usuário.
Alguns artistas presentes no Myspace:
“Os famosos reais têm verdadeiramente seu próprio perfil e interagem com outros usuários, como é o caso do músico e director de cinema Rob Zombie, cantores como Avril Lavigne, Britney Spears, Madonna, Anahí, Pitty, Christina Aguilera, Katy Perry, RBD, a banda Jonas Brothers, o diretor de cinema Eli Roth, ou estrelas pornôs como Ron Jeremy ou Jenna Jameson, que converteram seus perfis em uma forma de manter aos fãs informados de suas notícias”.
O que mais chama a atenção no Myspace é a interação que ele proporciona, você é capaz de colar em qualquer página da internet o player musical do myspace facilitando assim a publicação do seu conteúdo.
Estatísticas sobre o Myspace:
· “Há 20 fóruns. · Há cerca de 300.000 tópicos nos fóruns principais do site. · Há um total de 3 milhões de postagens nos fóruns. · Há cerca de 200.000 grupos. · Há cerca de 60 milhões de postagens nos fóruns dos grupos. · Há cerca de 300.000 bandas/músicos no MySpace. · Há mais de 202 milhões de perfis no MySpace (dado de 22 de setembro de 2007) Os grupos são uma parte importante do site e muitos possuem um alto número de membros. Estes são os 10 maiores grupos por número de membros no MySpace (dados de 10 de agosto de 2005): 1. RBD (144.918 membros) 2. urbnmix.net (140.304 membros) 3. Laguna Beach: The Real Orange County Fan Club (90.968 membros) 4. The O.C. (85.839 membros) 5. Make Out Club (66.402 membros) 6. Adult Swim (62.238 membros) 7. Green Day (60.452 membros) 8. Abercrombie and Fitch (54.022 membros) 9. em busca de novos amigos (52.118 membros) 10. Código HTML (50.488 membros) 11. Taking Back Sunday (47.151 membros)”. O fato é que o Myspace chegou para mudar não só a sociedade, mais também todo universo musical em si, o que faz dele um aliado de músicos iniciantes e quem sabe seja uma solução contra a pirataria, mais isso só o tempo é quem pode dizer.
O desenvolvimento da tecnologia nos traz técnicas cada vez mais apuradas que nos permitem uma imersão no conteúdo que nos é exibido. Isto está acontecendo tanto dentro da própria internet, com o aperfeiçoamento das redes sociais e métodos de tentarem transformar aquele canal cada vez mais real, como também no cinema.
James Cameron inovou com a tecnica 3D nos cinemas quando mostrou o “armagedom em Pandora” com o filme AVATAR. O filme demorou quase uma década para ser construído, talvez pela dificuldade real de produção, ou por virtude de estarem aguardando um momento ideal para ser lançado o qual trouxesse um maior retorno financeiro. Embora sua história tente trazer uma série de conceitos e fundamentos para que também seja considerado um filme cult o que realmente nos chama a atenção são as imagens pois a sensação ao assistir o filme em 3D é que o mundo de Pandora realmente existe, todos os animais, plantas e personagens estão vivos em sua frente, ou melhor, não mais só em sua frente e sim ao seu lado, acima de você, atrás e ao redor, em muitas cenas podemos pensar em até toca-los.
A computação gráfica demonstrada é realmente digna de elogio, as texturas dos objetos, cores profundidade foram estudadas para que chegassem ao mais próximo do que se poderia considerar “real”.
"A técnica usada no cinema 3D se chama estereoscopia e consiste em captar a mesma imagem em dois ângulos diferentes alinhados horizontalmente."
O que esta nova tecnologia pode nos oferecer é incontável. As imagens que vemos nas TV’s em nossas residências podem sofrer mudanças e nos mostrar outras maneiras de encantar, seduzir e vender. Até mesmo os celulares podem algum dia adotar a tecnologia 3D e em união a videoconferência nos colocar cada vez mais próximo das pessoas.
Existe um projeto para que alguns dos jogos da Copa do Mundo deste ano sejam exibidos em 3D
Com o cinema 3D podemos ver mais uma extensão de nosso corpo e cria um ambiente e nos insere totalmente nele, uma outra realidade é criada. Isto já foi apresentado em vários livros de ficção científica como "Neuromancer" (William Gibson), "Fundação", "Eu, Robo" (Isaac Assimov) e também podemos por associação efetuar um paralelo entre as idéias de Aldeia Global de Marshall McLuhan, onde conforme o avanço das décadas nós vamos ficando cada vez mais dependentes da tecnologia, criando ambientes virtuais e outras personalidades e deixando de lado o que nos torna seres humanos, o poder de interação física e emocional.
Ridley Scott em 1982 lançou nos cinemas o filme Blade Runner, baseado no livro escrito por Philip K. Dick. O filme demonstra de maneira clara a visão cyberpunk da época de 80, o conceito de maquinização dos seres humanos e também a perca de sua individualidade. No filme são apresentados os replicantes, andróides criados pela corporação The Tyrell. Os replicantes eram quase iguais no nível de inteligência que possuímos, mas superiores em força. Eram usados para exploração e povoamento de outros planetas, no entanto houve um motim sangrento e os replicantes foram considerados ilegais na terra, assim foram criados os exterminadores de andróides, os blade runners. As imagens do filme mostram um mundo totalmente invadido por pela publicidade e para onde se olhe não existe um lugar onde não encontre uma propaganda. O mundo que conhecemos parou de existir e o conceito maquina tomou conta dele.
Não sabemos o limite que vamos atingir para nossa para a virtualização. Talvez num futuro muito próximo estejamos vivendo em uma Matrix, isso se já não estivermos em uma.
São Paulo vive um caos diário, pela manhã é quase impossível se locomover pela cidade e chegar a seu destino dentro de um prazo programado, isso se torna possível caso se antecipe no mínimo duas horas antes de seu horário, caso contrário se torna impossível.
Se não bastasse este estresse pela manhã, o retorno acaba se tornando ainda pior, a hora do rush em São Paulo tem início por volta das 17h00min, trabalhadores e estudantes se misturam em pontos de ônibus, ou estações de metrô, sonhando em chegar o mais breve possível em sua residência, ou local de estudo.
Já não bastasse o caos cotidiano da cidade, hoje as pessoas que moram em São Paulo vivem um caos ainda maior no transporte coletivo nos dias de chuva.
Devido às chuvas, as pessoas sem ter como utilizar alguns meios de transportes, se dirigem às estações doMetrô, onde ficam completamente lotadas, deixando assim evidente que o sistema do Metrô não tem um plano de ação imediato para suportar toda essa população que tenta de qualquer forma embarcar. Dentro dos trens o que se vê são pessoas suando dos pés a cabeça, passando mal, quase sem fôlego, pois os trens e metrôs não seguem com a velocidade habitual.
E o que se pode fazer?
Ligar no número 156, enfrentar dezenas de números do URA para enfim conseguir um número de protocolo que não vai adiantar em nada?
Talvez for pessoalmente à SPTRANS para reclamar, e ouvir um sonoro "faremos o possível, aguarde mudanças em breve”?
O fato é que qualquer que seja a atitude a ser tomada pelos milhares de usuários do transporte público, o único sentimento que nos resta é o de solidão e abandono, regados pelo desprezo que a Prefeitura tem para com seus contribuintes.
O desprezo é tanto que até mesmo uma senhora com bengala têm que esperar por “alguns” minutos (por entenda muitos) para que seu ônibus passe, sem o apoio necessário a ela, a deficientes físicos e idosos.
Existe solução para o problema, basta querer.
Que tal parar de gastar milhões em carros particulares que carregam a placa da prefeitura e começar a se preocupar em quem realmente precisa?
Pelo preço que é pago (R$ 2,70) pode haver melhorias na infra-estrutura, isso sem contar os impostos.
Se tivessem melhorias no transporte público, os motoristas deixariam seus carros na garagem e passariam a utilizar-se dele, garantindo a diminuição dos gases poluentes na atmosfera e não contribuindo com o aquecimento global, além de diminuir o trânsito caótico dessa cidade.
Isso resultaria em melhor qualidade de vida e diminuição da poluição, puxando assim o início de um fio que poderia resultar no desfecho de um nó que tende a cada vez mais piorar, caso nada seja feito.
É este o transporte que os governos municipais e estaduais oferecem a população que sempre acata calada os aumentos das passagens e mesmo àqueles que reclamam e lutam por seus direitos, não há acordo, só sobram tiros de borracha, bombas de efeito moral e a tristeza de perceber mais uma vez que sua voz não tem poder.
A Internet nasceu praticamente sem querer. Foi desenvolvida nos tempos remotos da Guerra Fria com o nome de ArphaNet para manter a comunicação das bases militares dos Estados Unidos, mesmo que o Pentágono fosse riscado do mapa por um ataque nuclear. Com o surgimento da World Wide Web, esse meio foi enriquecido. O conteúdo da rede ficou mais atraente com a possibilidade de incorporar imagens e sons. Um novo sistema de localização de arquivos criou um ambiente em que cada informação tem um endereço único e pode ser encontrada por qualquer usuário da rede.
Desde a criação do microprocessador, a velocidade dos computadores vem duplicando a cada 18 meses, fenômeno conhecido como Lei de Moore. Segundo Gordon Moore, que propôs a lei já em 1965 (a hipótese original era dobrar a cada 12 meses), uma das razões possíveis para essa regularidade é a especulação: "as pessoas sabem que têm que permanecer naquela curva para continuar competitivas, então, esforçam-se para que ela aconteça", afirmou numa entrevista para a revista norte-americana Scientific American. Moore prevê que essa regularidade se mantenha ainda por vários anos, talvez dez. Porém, ela não pode durar para sempre, pois a miniaturização só pode prosseguir até que os componentes tenham dimensões atômicas. A revolução trazida pela rede mundial possibilita que a informação gerada em qualquer lugar esteja disponível rapidamente. A globalização do conhecimento e a simultaneidade da informação são ganhos inestimáveis para a humanidade.
A Internet tem contribuído fortemente para uma total mudança nas práticas de comunicação e, conseqüentemente, educacionais. Na leitura, na forma de escrever, na pesquisa e até como instrumento complementar na sala de aula ou como estratégia de divulgar a informação. Deixamos as pesadas enciclopédias de lado e substituímos seu uso pelas enciclopédias digitalizadas e pela consulta a portais acadêmicos virtuais. Passamos a utilizar sistemas eletrônicos e apresentações coloridas para tornar as aulas mais atrativas e, muitas vezes, deixamos de lado a tradicional lousa e giz. Muitos trabalhos passaram a ser subsidiados pelas informações disponíveis na rede mundial e, com isso, trouxeram benefícios e riscos, mudando as tradicionais formas de aprender e de ensinar.
Alguns itens importantes: · A Wikipédia já é a maior enciclopédia do mundo. Então, para a maioria das pessoas que nunca tiveram acesso à enciclopédia Britânica, por exemplo, agora pode consultar livremente o que quiser na Wikipédia. · A educação a distância é uma realidade no Brasil com inúmeros cursos de graduação e pós-graduação à distância. · Livros gratuitos na internet, blogs dos mais variados assuntos, serviços de mapas e passeios virtuais que permitem você conhecer diversas cidades, como: Roma, Milão, Nova Iorque, entre outras.
Essas novas tecnologias fazem com que as pessoas tenham que se atualizar e cada vez mais se tornar adeptos da internet, já que com ela temos acesso a vários assuntos onde quer que estejam localizados de uma forma mais simples e rápido. A internet é um meio de comunicação que mais cresce por ter uma comunicação mais direta com o seu publico. Cada vez mais as pessoas estão tendo acesso fácil às tecnologias no seu dia a dia. A comunicação por meio da internet tem um alcance muito grande fazendo com que pessoas de vários países se comuniquem com um simples click. Tornando-as emissoras e receptoras de mensagens. Ligando milhões de pessoas conhecidas ou não para discutirem um mesmo assunto. A internet nos propõe extensões de nosso próprio corpo, podemos ver os acontecimentos do mundo sem necessariamente estarmos lá, podemos dar nossas opiniões sem censuras já que não se tem um controle sobre as pessoas e o que elas dizem. Essa máquina faz com que as pessoas tenham a oportunidade de conhecer lugares que talvez jamais possam visitar suas culturas e crenças. Por isso nós estamos vivendo na chamada Era da Informação.
Foi no final do século XIX, em 1895, na França, que os irmãos Louis e August Lumière inventaram o cinema. Na primeira metade deste século a fotografia já havia sido inventada por Louis-Jacques Daguerre e Joseph Nicéphore Niepce, possibilitando essa criação revolucionária no mundo das artes e da indústria cultural: o cinema. Para se chegar à projeção cinematigráfica atual, muitos processos de investigação foram feitos em relação aos fundamentos da ciência óptica. Já vem dos primórdios da humanidade a necessidade de registrar movimentos através de pinturas e desenhos nas paredes. Há aproximadamente sete mil anos atrás, no oriente, os chineses já projetavam sombras de diferentes figuras recortadas e manipuladas sobre a parede, um jogo de sombras, próprio do seu teatro de marionetes. No século XV, Leonardo da Vinci realizou trabalhos utilizando a projeção da luz na superfície, criando a Câmera Escura, que era uma caixa fechada, possuindo um orifício com uma lente, local destinado a passagem da luz produzida pelos objetos externos. A imagem refletida no interior dessa caixa era a inversão do que se via na realidade. Mais adiante, no século XVII, o alemão Athanasius Kirchner criou a Lanterna Mágica, objeto composto de um cilindro iluminado à vela, para projetar imagens desenhadas em uma lâmina de vidro.
A apresentação pública do cinematógrafo marcou oficialmente o início da história do cinema. O som vem três décadas depois, no final dos anos 20.
A 115 anos ocorreu a primeira exibição pública dos irmãos Lumière, em 28 de dezembro de 1895, no Grand Café em Paris. "A saída dos operários das usinas Lumière", "Achegada do trem na estação", "O almoço do bebê" e "O mar" são alguns dos filmes que foram apresentados. As produções eram rudimentares, em geral documentários curtos sobre a vida cotidiana, com cerca de 2 minutos de projeção, filmados ao ar livre.
Os primeiros filmes foram pequenos documentários e ficções que foram os primeiros gêneros do cinema. A linguagem cinematográfica se desenvolveu, criando estruturas narrativas. Na França, na primeira década do século XX, foram filmadas peças de teatro com grandes nomes do palco, como Sara Bernhardt.
Em 1913 surgiram, com Max Linder que mais tarde inspirou Chaplin, o primeiro tipo cômico e, com o "Fantômas" de Louis Feuillade, o primeiro seriado policial. A produção de comédias se intensificou nos EUA, até chegar na Inglaterra e na Rússia. Na Itália, Giovanne Pastrone realizou superproduções épicas e históricas, como "Cabíria" de 1914.
David Griffith, nascido nos EUA, é considerado o criador da linguagem cinematográfica. Antes de chegar ao cinema, trabalhou como jornalista e balconista em lojas e livrarias, e como era admirador de Edgard Allan Poe, também escrevia poesias. No cinema, foi o primeiro a usar dramaticamente o close, a montagem paralela, o suspense e os movimentos de câmera. Em 1915 com "Nascimento de uma nação", realizou o primeiro longa-metragem americano, tido como a base da criação da indústria cinematográfica de Hollywood. Com "Intolerância", de 1916, fez uma ousada experiência com montagens e histórias paralelas. Com o recesso do cinema europeu durante a 1ª Guerra Mundial, a produção de filmes concentrou-se em Hollywood, na Califórnia, onde surgiram os primeiros estúdios. Em 1912, Mack Sennett, o maior produtor de comédias do cinema mudo, que descobriu Charles Chaplin e Buster Keaton, instalou a sua "Keystone Company". No mesmo ano surgiu a "Famous Player", que é a atual "Paramount", e em 1915 a Fox Film Corporation.
Para enfrentar os altos salários e custos de produção, exibidores e destribuidores reúnem-se em conglomerados autônomos, como "United Artists" fundada em 1919. A década de 20 consolida a indústria cinematográfica americana e os grandes gêneros: western, policial, musical e, principalmente, a comédia, todos ligados diretamente ao estrelismo.
O advento do som, nos EUA, revolucionou a produção cinematográfica mundial. Os anos 30 consolidaram os grandes estúdios e consagraram astros e estrelas em Hollywood. Os gêneros se multiplicaram e o musical ganhou destaque. A partir de 1945, com o fim da 2ª Guerra Mundial, há um renascimento das produções nacionais, os chamados cinemas novos.
Nos EUA, após a Depressão, a indústria recuperou-se. Hollywood vive seus anos de ouro em 1938 e 1939. Novos recursos técnicos possibilitam o desenvolvimento pleno de todos os gêneros. Desafiando o esquema dos grandes estúdios Hollywoodianos, Orson Welles lança, em 1941, "O cidadão Kane", filme que revoluciona a estética do cinema. O cinema dos EUA não serve apenas como entreteninemto mas possibilitou que os americanos empregassem no mundo o seu estilo de vida e cultura, assim fazendo com que todo o mundo coma, beba, vista, leia, assista tudo que eles produzirem.
Por isso acredito que o cinema foi e continua sendo um dos principais meios de comuniação da humanidade. Aprendemos sobre cultura, não só dos EUA, mais do mundo todo, sendo em documentário, ação, comédia, suspense, terror, romance... Não importa o gênero do filme, ele sempre nos passa uma mensagem e faz sua comunicação. Fontes: http://www.infoescola.com/cinema/historia-do-cinema/
Na história da humanidade onde o imprevisto, o novo e a mudança estão presentes a cada dia e a cada instante ao lado dos grandes avanços científicos e tecnológicos, as transformações indicam que estamos vivendo em um tempo muito especial da história humana, uma época de abertura, de evolução e de novas conquistas em termos do conhecimento humano. Tal cenário traz inúmeras transformações em todos setores da vida humana. O progresso tecnológico é evidente, agora é impossível processar, armazenar, recuperar ecomunicar informação em qualquer formato, sem interferência de fatores como distância,tempo ou volume. As modificações causadas pela substituição crescente do homem pela máquina, em grandes setores de suas atividades, criaram o que se chama de mundo moderno, em oposição ao mundo pré-industrial. Este não desapareceu, mas persiste em extensas regiões do globo, se bem que atingido em diferentes graus, positiva ou negativamente, pela influência multiforme da Revolução Industrial. As novas tecnologias nos dá novos mecanismos e controle interativo para satisfazer necessidades e desejos, e nos fornece novos tipos de controle criativo para formas de prazer menos complicadas e mais modernas, que nos ajudam a vivenciar e criar experiências. TECNOLOGIAS E INFLUÊNCIA NO COTIDIANO O cotidiano é influenciado pelo mundo audiovisual, na qual as Tecnologias agem diretamente no fazer e representar. A crescente criação de situações e ambientes altamente informatizados está gerando tamanha quantidade de atividades eletrônicas em todas as esferas da vida humana, cujo conjunto pode ser classificado como uma nova dimensão da nossa sociedade contemporânea. O fenômeno da globalização contribui fortemente para a criação de laços econômicos, sociais, culturais e outros, estreitando relacionamentos que até a pouco tempo atrás não existiam. Sem dúvidas a Tecnologia da Informação aliada aos avanços das telecomunicações constitui uma espécie de infra-estrutura necessária ao desenvolvimento de uma nova concepção de globalização.A forte dependência das tecnologias para a própria sobrevivênciada estrutura da sociedade nos revela que há sinais do surgimento de uma sociedade cada vez mais virtualizada. Como prova disso temos agora a tecnologia touchscreen, ou seja, sensível ao toque, os botões foram extintos, basta um simples toque para escolher o que deseja.
As maravilhas da tecnologia touch screen A tecnologia vai invadindo nossas vidas aos poucos, de forma que novos avanços passam a fazer parte de nossa realidade sem que nos apercebamos disso. Isso aconteceu com os CDs, os computadores, o DVD, o MP3 e dezenas de outros inventos que foram substituindo produtos que achávamos que nunca iriam acabar. Em nenhum momento as pessoas falaram: “a partir de hoje não uso mais VCR”, ou “amanhã será meu dia de mudança: de áudio em CD para áudio em MP3”. As novidades vão invadindo nosso dia-a-dia convivendo com os sistemas antigos, e quando menos esperamos já migramos para o novo conceito. Uma tecnologia que chegou devagar e foi tomando conta de tudo foi a do que é chamado internacionalmente de Touch Screen. A julgar de como é chamada popularmente, a denominação “tela sensível ao toque” deverá predominar. É inacreditável como uma tecnologia tão avançada, que ainda surpreende técnicos da área pela quantidade e variedade de tecnologias aplicadas e opções de sistemas de produção, foi absorvida pela população, como algo normal. Ao digitar as opções e as senhas diretamente na tela de um terminal, no caixa eletrônico, notamos que as pessoas não se surpreendem em estar digitando letras e números diretamente no tubo de um televisor, onde na verdade não há botão nenhum, e sim uma imagem mostrando onde realmente deveriam estar as teclas. O mesmo ocorreu com os notebooks, onde já há algum tempo se usa o dedo sobre uma superfície do teclado para movimentar o ponteiro do Mouse ou até “clicar” quando se pressiona a tal superfície. Alguns poderão dizer que já havia sistemas suscetíveis ao toque em botões de elevador (onde não havia a necessidade de apertar, mas apenas “tocar” o botão) ou em abat-jours encontrados em camelôs por menos de 20 reais, que se acendiam ao passar o dedo em uma superfície metálica. As tecnologias são, no entanto, completamente diferentes. Enquanto o abajur ou o elevador são acionados pelo contato, criando um campo elétrico, as telas touchscreen percebem em qual ponto da tela o usuário tocou e qual função ele deseja acionar. Existem dezenas de tecnologias utilizadas nas telas touchscreen. Entre elas a resistiva, capacitiva, por infravermelho, ótica, e outras mais. A grande vantagem é que não existem lugares fixos para se clicar. Um botão para acionar um depósito em conta corrente pode estar em um canto, no meio em baixo, ou onde o banco desejar, bastando para isso mudar a imagem mostrada no monitor. Mal nos acostumamos a essa tecnologia, já estão saindo das fábricas os chamados “Multi Touch Screens”, que como o próprio nome diz permitem o toque simultâneo em diversos pontos da tela para acionar funções diferentes. Assim, se houver uma escala musical em uma tela touchscreen, poderemos tocar a nota “dó”, ou a “ré” e continuar tocando uma nota após a outra. Já nas telas multi touchscreen podemos fazer acordes, tocando várias notas ao mesmo tempo, como se fosse o teclado de um piano. Pode-se ainda usar teclas que mudam a função de outras teclas, como a “alt” e a “shift” de um computador e criar, dessa forma, infinitas opções. Já não fosse o suficiente para deixar de boca aberta metade dos técnicos que estão implantando essa tecnologia em produtos comerciais, as novas telas são ainda sensíveis às diferenças de pressão. Isso quer dizer que se acionarmos suavemente a tela, teremos uma função. Se apertarmos com mais força teremos outra. Seria como um pedal de acelerador ou um controle de volume. Por último, os engenheiros acrescentaram mais uma função: a de arrasto, ou “drag” em inglês. Isso significa que a tela não só nota onde nossos dedos a estão tocando, mas reconhece o percurso que eles estão fazendo, e ,poderíamos, literalmente desenhar sobre a tela com nossas mãos, ou “pegar” uma imagem e movimentá-la sobre a tela. Quando Tom Cruise usava uma tela desse tipo para localizar cenas de crimes que iriam ocorrer no futuro, no filme “Minority Report”, mal sabia que a realidade nos laboratórios de tecnologia estava tentando copiar a arte para produzir aquelas telas em produtos vendáveis e economicamente viáveis. Ficção à parte, estas telas já estão invadindo nossas vidas, seja em display de telefones celulares, telas para jogos ou monitores para desenho industrial. E mais uma vez passaremos a usá-los sem perceber que a tecnologia deu mais um salto. E, que os produtos atuais não têm mais botões.
Não é novidade que a tecnologia está avançando cada vez mais, e todos nós estamos sendo dominados por ela sem ao menos perceber, basta olhar para uma das coisas mais comuns nos dias de hoje que ela nos proporcionou, o celular todo mundo tem e não larga nem por um minuto. Hoje há outras formas de comunicação e é possível manter um contato diário a longa distância e em tempo real. E a tecnologia não para por aí, pois daqui a pouco tempo, teremos literalmente o mundo em nossas as mãos, ou seja qualquer um terá o que deseja com apenas um toque. Tudo isso é muito é bom é facilita a vida de todos, mas como tudo tem seu lado ruim, na tecnologia também não é diferente e neste caso o ruim é que todos perdemos nossa privacidade, hoje um sabe o que o outro faz, o que gosta, enfim um sabe da vida do outro.
Quando digo bombardeios é como está no título quero dizer que é o leque de informações que o celular nos viabilizou, cujo antes ele era apenas um simples aparelho de celular para fazer e receber ligações, era grande e grotesco hoje tudo se modernizou e passou a ser um super celular, com variedades, modelos e cor que deseja e se tornou em vários recursos em só aparelho agora rádio, leitor de mp3, 4, 5..., câmera, filmadora, tem acesso á internet, televisão, ou seja, virou-se o monstro das mídias. Há alguns anos depois de toda essa tecnologia viraram um narcotizante para população. Então ele foi substituído por aquele aparelho simples que fazia e recebia ligações para ser um suporte mais inteligente no qual facilita nossa vida, do faxineiro até um publicitário que precisa se comunicar manter contatos seja com seu chefe ou amigos, família, filhos, esposa, etc. Sem falar que hoje virou uma droga para população hoje recebemos informações do tipo como horóspoco, placar de jogos, fofocas da fama, e podemos participar mandando mensagem de texto para uma votação de um programa de televisão, pra chat de paquera, etc.
Hoje em dia ninguém consegue viver sem um aparelho desses por perto, pode até se dizer que ele é o seu bichinho de estimação ou o melhor é o seu bichinho de comunicação. Ele é um rato das mídias, roeu um pedacinho de informação de cada uma. E todos têm aparelho de celular, é difícil dizer quem não o tenha, é por onde você se comunica com qualquer pessoa, a qualquer hora que você quiser que já se tornou um instrumento de trabalho onde você tem toda sua agenda de contatos, compromissos ali registrados, já pensou se quando fossemos para nosso trabalho teríamos que andar com um computador, um pen-drive, uma agenda eletrônica, teria-se um trabalho em tanto para levar e trazer todos os dias do trabalho a nossa casa e vice-versa, sem contar que não poderíamos ter o risco de esquecer nenhum deles em casa pois atrasaria todo nosso trabalho. Depois de alguns anos com sua alta tecnologia com mix mídias em um só aparelho não conseguimos passar sem ele nem por 30 minutos, poderíamos até fazer um teste, mas seria um fracasso, vou contar um caso bem rápido no qual eu presenciei “ minha gerente estava no seu local de trabalho e precisou de contato de uma cliente e seu celular simplesmente se apagou e não queria mais funcionar, ela óbvio ficou perdida sem saber o que fazer, pois justificou que todos os seus contatos, arquivos importantes estavam ali”. o celular invade nosso espaço, se tornou um vício onde não conseguimos viver sem, olha há 15 anos não existia e vivemos muito bem sem, até por que, o custo era muito caro para ter um, só algumas pessoas tinham, até que um dia se popularizou cresceu no mercado abriu novas empresas para sua venda, ficou mais barato dando possibilidades para que as pessoas pudessem comprar. Podemos dizer que o celular é construído pelas criaturas chamadas mídia cujo é uma extensão de nós mesmo por onde fomos e somos levadas por ela cada vez que se tem, ou melhor, se obtém uma nova informação e uma nova necessidade, o mundo da era digital nos obriga á aprender e a se ter sempre o melhor falando especificamente no super celular, nem todos tem um celular da última geração mais todos estão por dentro e sabem o que é um i-fhone. A informação em qualquer lugar do mundo corre, mesmo se tratando de um país subdesenvolvido que é o nosso, ela não tem preconceitos. Esse mundo com esse mix celular é infinito de novidades que eu acho que não parar nunca, pois, está ocupando o lugar das mídias existentes, passamos mais tempo fora de casa do que propriamente dita nela, o motivo de toda essa tecnologia e a cada dia a uma extensão dela, algumas mídias como a televisão nunca vai deixar de existir mais o público vai ser menor, o sujeito consumidor também que já está sendo, mais isso já é outro assunto, outra história, isso não é o fim, mais sim o começo da nova era chamada tecnológica, cujo celular faz parte. E para finalizar de toda esse bla bla é que vamos se bombardeados o tempo todo por mais novas criaturas dessa criatura existente, e a cada ano que se passa isso vai ficando mais rápido no qual pode ser considerada um repertório de trajetória sem fim ou seja uma troca de informações compartilhadas.
Bibliografia
CASTELO, Marcelo.O ramo da atividade de atividade da maioria das agências de publicidade muitas vezes é definido por uma ‘linha’ que pode ser pode online, off-line, lelow the line, above the line.. Acesso em: 2 mar. 2010.
Ensaio produzido no 2° período do Curso Comunicação Social-PUC Minas. Celular como uma nova mídia.
Transcrição do livro "A Sociedade do Espetáculo" (1967) de Guy Debord, publicado pela editora Contraponto em 1997.
A arte de desmascarar “Sociedade do espetáculo”: esta expressão já está em voga, especialmente ao se falar de televisão. No Brasil, parece se impor mais do que em outros lugares. Poucos, porém, sabem que, na origem, este era o título de um livro de Guy Debord, agora traduzido pela primeira vez no Brasil (Ed. Contraponto).
Lançado na França em 1967, A Sociedade do Espetáculotornou-se inicialmente livro de culto da ala mais extremista do Maio de 68, em Paris; hoje é um clássico em muitos países. Em um prefácio de 1982, o autor sustentava com orgulho que o seu livro não necessitava de nenhuma correção.
O “espetáculo” de que fala Debord vai muito além da onipresença dos meios de comunicação de massa, que representam somente o seu aspecto mais visível e mais superficial. Em 221 brilhantes teses de concisão aforística e com múltiplas alusões ocultas a autores conhecidos, Debord explica que o espetáculo é uma forma de sociedade em que a vida real é pobre e fragmentária, e os indivíduos são obrigados a contemplar e a consumir passivamente as imagens de tudo o que lhes falta em sua existência real.
Têm de olhar para outros (estrelas, homens políticos etc.) que vivem em seu lugar. A realidade torna-se uma imagem, e as imagens tornam-se realidade; a unidade que falta à vida, recupera-se no plano da imagem. Enquanto a primeira fase do domínio da economia sobre a vida caracterizava-se pela notória degradação do ser em ter, no espetáculo chegou-se ao reinado soberano do aparecer. As relações entre os homens já não são mediadas apenas pelas coisas, como no fetichismo da mercadoria de que Marx falou, mas diretamente pelas imagens.
Para Debord, no entanto, a imagem não obedece a uma lógica própria, como pensam, ao contrário, os pós-modernos “a la Baudrillard”, que saquearam amplamente Debord. A imagem é uma abstração do real, e o seu predomínio, isto é, o espetáculo, significa um “tornar-se abstrato” do mundo. A abstração generalizada, porém, é uma conseqüência da sociedade capitalista da mercadoria, da qual o espetáculo é a forma mais desenvolvida. A mercadoria se baseia no valor de troca, em que todas as qualidades concretas do objeto são anuladas em favor da quantidade abstrata de dinheiro que este representa. No espetáculo, a economia, de meio que era, transformou-se em fim, a que os homens submetem-se totalmente, e a alienação social alcançou o seu ápice: o espetáculo é uma verdadeira religião terrena e material, em que o homem se crê governado por algo que, na realidade, ele próprio criou.
Nessa base, Debord condena toda a sociedade existente, não somente fraquezas individuais e imperfeições. Em 1967, Debord distinguia dois tipos de espetáculo. O “difundido” (o tipo ocidental, “democrático”) caracterizava-se pela abundância de mercadorias e por uma aparente liberdade de escolha. No espetáculo “concentrado”, ou seja, nos regimes totalitários de toda a espécie, a identificação mágica com a ideologia no poder era imposta a todos para suprir a falta de um real desenvolvimento econômico.
Toda a forma de poder espetacular justificava-se denunciando a outra; e nenhum sistema, além destes dois, devia ser imaginável. Debord, portanto, reconheceu na URSS, nada menos do que 25 anos antes de seu fim, uma forma subalterna - e destinada, enfim, a sucumbir - da sociedade da mercadoria. Mas, por um longo período, enquanto existia um proletariado inquieto, o comunismo de Estado desempenhou uma função essencial para o espetáculo ocidental: a de assegurar que os rebeldes potenciais se identificassem com a mera imagem da revolução, delegando a ação real aos Estados e aos partidos comunistas totalmente cúmplices do espetáculo ocidental; ou, então, a pressupostos revolucionários muito distantes, no Terceiro Mundo.
Debord anunciou, no entanto, o aparecimento de um movimento de contestação de tipo novo: retomando o conteúdo liberatório da arte moderna, teria como programa a revolução da vida cotidiana, a realização dos desejos oprimidos, a recusa dos partidos, dos sindicatos e de todas as outras formas de luta alienadas e hierárquicas, a abolição do dinheiro, do Estado, do trabalho e da mercadoria. Por isto, Debord sempre considerou o conteúdo profundo de 1968 como uma confirmação de suas idéias.
Teve, porém, de admitir, em Comentários Sobre a Sociedade do Espetáculo (1988), que o domínio espetacular conseguiu se aperfeiçoar e vencer todos os seus adversários; de modo que agora é a sua própria dinâmica, a sua desenfreada loucura econômica a arrastá-lo em direção à irracionalidade total e à ruína.
Os dois tipos anteriores de espetáculo deram lugar, no mundo todo, a um único tipo: o “integrado”. Sob a máscara da democracia, este remodelou totalmente a sociedade segundo a própria imagem, pretendendo que nenhuma alternativa seja sequer concebível. Nunca o poder foi mais perfeito, pois consegue falsificar tudo, desde a cerveja, o pensamento e até os próprios revolucionários. Ninguém pode verificar nada pessoalmente. Ao contrário, temos de confiar em imagens, e, como se não bastasse, imagens que outros escolheram. Para os donos da sociedade, o espetáculo integrado é muito mais conveniente do que os velhos totalitarismos. A América Latina sabe algo a respeito.
Mas Debord (1931-1994) não é apenas um dos poucos autores de inspiração marxista que hoje podem dar uma contribuição válida para a análise do capitalismo globalizado e pós-moderno. Ele também fascina por sua vida singular, sem compromissos e conforme as suas teorias.
A busca da aventura e da vida “verdadeira” esteve na base de sua vida pessoal - da qual a sua autobiografia Panegírico e os seus filmes falam -, assim como de sua teoria. Levou uma existência intencionalmente “maldita”, às margens da sociedade, sem um trabalho reconhecido, sem nenhum contato com as instituições, sem nunca ter freqüentado uma universidade, concedido uma entrevista ou participado de um congresso e, no entanto, conseguiu fazer com que fosse ouvido.
Levou adiante a sua batalha contra a sociedade espetacular exclusivamente com os meios que ele próprio criou para si: em primeiro lugar, com a Internacional Situacionista, uma pequena organização que existiu entre 1957 e 1972 e que se originou da decomposição do surrealismo parisiense e de outras experiências artísticas. Com a revista homônima e novos meios de agitação (quadrinhos, organização de escândalos), os situacionistas souberam prefigurar, muito melhor do que a esquerda “política”, as novas linhas de conflito na sociedade “da abundância”.
Entre outras coisas, criticavam impiedosamente a nova arquitetura e o vazio e o tédio do pós-guerra. Com poucas intervenções miradas, os situacionistas fizeram com que idéias subversivas - que, por volta de 1960, eram compartilhadas por um punhado de pessoas - se tornassem, em 1968 e posteriormente, um fator histórico de primeira ordem.
Os situacionistas, e particularmente Debord, distinguem-se pelo estilo inconfundível, e não somente no plano literário. Era o resultado da mistura entre um conteúdo radical - que remetia, entre outros, aos dadaístas, aos anárquicos e à vida popular parisiense - e um tom sofisticado e aristocrático, com muitas referências à cultura clássica francesa. Este estilo, assim como a sua verve polêmica, mesmo para com todos os supostos contestadores (esquerda oficial, artistas “engajados” etc.), sua inacessibilidade e a sua transgressividade nas formas, logo os cercou de um ódio significativo, mas sobretudo de uma aura de mistério. Que ainda vive, 30 anos depois: com efeito, ainda se publicam textos dos situacionistas e sobre eles, embora amiúde procurem fazê-los passar exclusivamente por última “vanguarda cultural”. Na França, ao contrário, só querem enxergar em Debord o escritor. Ainda hoje não querem perdoá-lo por ter escrito A Sociedade do Espetáculo.
Retirado de um blog,
Sensacionalismo da midia no caso Isabela?
Estava assistindo fantastico e reparei que o tempo todo se fala na tal menina lançada atraves da janela. O tempo todo se fala apenas disto, em todos os meios de comunicação.Em uma reportagem de 3minutos, noticiaram bispos marcados para morrer no Pará. Estes homen são contra o trafico de mulheres e prostituição infantil, assim como o narcotrafico e as madeireiras. Vidas são destruidas o tempo todo, crianças condenadas a uma vida de prostituição, floresta amazonica brutalmente desmatada, e a porcaria da midia gasta centenas de horas com o assassinato da menina, caso este em que ela nao ajuda nada, apenas atrapalha. Me dá nojo assistir tv, coisa que raramente faço devido a miséria cultural do país.
PS: pior q isso soh a materia com o romario que me dei o luxo de nao assistir, mas como tem "gente" q assiste a tv está fadada a mediocridade eterna.
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***** cara, 100% o que disse. Agora, o que podemos fazer? Da uma agonia em pensar que 90% do nosso povo é ignorante. Concentração de renda? Sim, e agora concentração de informação, de cultura. Nós, temos opção, internet, faculdade, biblioteca, livros. Podemos filtrar o que queremos absorver. Mas a 90 % do povo brasileiro, foi dada a possibilidade de comprarem um TV, e assim, a TV "aberta" manipula a forma de crescimento cultural brasileira. A TV aberta nacional, escolhe os presidentes desse país, cria ídolos e vilões, põe culpa e tira culpa, enfim, governa.
Logo acima temos uma teoria, e um exemplo da mesma vivenciada na prática, nos dias de hoje. O mundo hoje em dia está se tornando cada vez mais "artificial", essa é a era da reprodutibilidade técnica, nesse conceito há uma idealização que as coisas estão perdendo sua originalidade, o mundo está perdendo a sua "aura". Os meios de comunicação estão se expandindo e, ao contrário do que se acha, estão piorando cada vez mais, perdendo totalmente sua essência fugindo das razões pelas quais foram criados. A tv por exemplo; um meio de comunicação, uma mídia, que foi criada com intuito de informar, divertir e orientar as pessoas, virou uma das mídias mais manipuladoras do mundo em que vivemos, tornando-se sensacionalista e especuladora. Concluo que, não temos pra onde fugir, as midias estão aí, e apesar de todo o "perigo" que ela nos trazem, nos dias de hoje infelizmente não ficamos mais sem elas, esse é o nosso mundo globalizado onde a praticidade de nosso dia-a-dia, se transforma em uma arma e nós, somos os alvos.
David de Barros Maciel - 3º Semestre - Publicidade e Propaganda - RA 1890573